sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

The w(hy/)ay.

Yesterday an artist friend of mine asked me what my plan B was. I didn't get the question. She tried to explain: "What will you do if this acting thing doesn't work out?". I looked at her puzzled by a question I'd never been asked or even thought about. She tried to clarify: "I mean, in our areas it's really hard to make good money and I can see myself having pleasure doing other things related to my art". I was struck by this thought, so new to me. Not that I don't get it, I just don't think it's a valid question. There is no plan B, I told her, there is no quitting, no doing something else. I do other things for the money so that I can do my art, not the other way around. Whether I'm happy with what I've accomplished (which I've learned from experience to be a very rare feeling) or not, I'll always be an actor. It's really not something I can control or abandon. It's in me.

And then I just let myself hit back and forth by the purity and the freshness of this absolute true, so real and so new.

6 comentários:

Vanessa Borges disse...

:') **

José Diogo disse...

Boa!

Táxi Pluvioso disse...

So, get a plan c: live without working, - that's really an art.

bom domingo

Táxi Pluvioso disse...

Boa Páscoa ou como dizem os ingleses good easter.

José Diogo disse...

'Viajar? Para viajar basta existir. Vou de dia para dia, como de estação
para estação,
no comboio do meu corpo, ou do meu destino, debruçado sobre as ruas e as
praças,
sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como,
afinal, as
paisagens são.

Se imagino, vejo. Que mais faço eu se viajo? Só a fraqueza extrema da
imaginação justifica
que se tenha que deslocar para sentir.

"Qualquer estrada, esta mesma estrada de Entepfuhl, te levará até ao fim do
mundo".
Mas o fim do mundo, desde que o mundo se consumou dando-lhe a volta, é o
mesmo Entepfuhl de onde se partiu. Na realidade, o fim do mundo, como o
principio, é o nosso conceito do mundo.
É em nós que as paisagens tem paisagem. Por isso, se as imagino, as crio;
se as crio, são; se são, vejo-as como às outras. Para quê viajar? Em Madrid,
em Berlim, na Pérsia, na China, nos Pólos ambos, onde estaria eu senão em
mim mesmo, e no tipo e género das minhas sensações?

A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não
é o que vemos, senão o que somos.' FP


A prova de uma grande coincidência. Bom dia.
http://tv1.rtp.pt/antena1/index.php?t=Entrevista-a-Manel-Cruz.rtp&article=1821&visual=11&tm=16&headline=13

lagosta disse...

O teu blog neon - modernista... está a tornar-se uma ruína, não?! O facebook é um grandessíssimo filho de uma grandessíssima senhora pouco ortodoxa...